quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Vegetação sofre com aquecimento

Mudanças no clima provocam alteração na localização e no tipo de plantas presentes em uma determinada área que, a longo prazo, podem resultar na extinção de espécies de animais que dependem de determinados vegetais para sobreviver. A conclusão é de uma pesquisa feita por Catherine Badgley, do Museu de Paleontologia e do Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
Os cientistas examinaram fósseis de 27 espécies de mamíferos no sítio arqueológico deSiwalik, no norte do Paquistão, e verificaram que, com as mudanças no clima da região durante milhões de anos, que passou de floresta tropical a savana, a maioria das espécies simplesmente não conseguiu se adaptar e foi extinta.
O novo estudo diverge de anteriores, que apontavam que mudanças climáticas globais não teriam impacto tão grande na diversidade de mamíferos. O motivo é que esses animais seriam capazes de se adaptar às alterações, sobrevivando no local, ou de mudar para outra área com melhores condições. Os resultados do trabalho serão publicados no site e em breve na edição impressa da revista Procedings of the National Academy of Sciences (Pnas). Fonte Jornal A Tarde- 10.09.08.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O que são mudanças climáticas

Um dos maiores desafios deste século são as mudanças climáticas. Nos últimos anos, os principais pesquisadores do mundo concluíram que a temperatura do planeta está subindo por causa da emissão de gases poluentes. Esse fenômeno pode ter conseqüências desastrosas nas próximas décadas. Para evitá-las, seremos obrigados a desenvolver tecnologias mais limpas, mudar alguns hábitos de nosso dia-a-dia e transformar a forma como geramos energia.
Não restam dúvidas de que a elevação da temperatura do planeta está sendo causada pela ação humana. Quando usamos gasolina em nossos carros, queimamos carvão em termelétricas para gerar eletricidade e derrubamos as florestas para abrir novas pastagens, mandamos para atmosfera uma grande quantidade de gás carbônico. E desregulamos o fenômeno que controla a temperatura na Terra, o efeito estufa.
O gás carbônico e outros tipos de gases conseguem reter o calor do Sol na Terra e, assim, torná-la habitável para nós. Mas quanto mais desses gases são emitidos, mais calor eles guardam. E mais quente o planeta se torna, provocando as mudanças climáticas. É isso que está acontecendo desde a Revolução Industrial, em meados do século XVIII, quando as chaminés das fábricas começaram a emitir grandes quantidades de gás carbônico.
O aumento das temperaturas médias do planeta desencadeia uma série de mudanças. As previsões mais confiáveis vêm do consenso científico do IPCC, o painel de pesquisadores reunidos pela ONU. A cobertura de gelo no cume das montanhas mais altas está derretendo. Grandes blocos de gelo também podem se soltar da Groenlândia e da Antártica. Até o fim do século, o degelo pode elevar o nível do mar em 58 centímetros, o suficiente para inundar cidades litorâneas e ilhas, como a Papua Nova Guiné. Além disso, os cientistas acreditam que os fenômenos naturais, como chuvas, secas e furações poderão ficar mais intensos e destruidores. Alguns estudos sugerem que será mais difícil cultivar alimentos e a fome poderá acirrar conflitos entre países.
Já se sabe o que é preciso fazer para frear o aquecimento global: reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa. A iniciativa de algumas empresas (que têm procurado reduzir suas emissões aperfeiçoando tecnologias) e de consumidores (que diminuem seu consumo e privilegiam marcas amigas do meio ambiente) não tem sido acompanhada de perto pelos governos. Os países ricos, como Estados Unidos e Austrália, e os em desenvolvimento, como o Brasil e a China, ainda discutem de quem é a culpa no aquecimento global. E a quem cabe buscar uma solução. Seria dever dos desenvolvidos, que enriqueceram sujando a atmosfera? Ou dos que estão começando a se desenvolver e já emitem mais poluentes, como a China?
Reduzir as emissões é uma tarefa global, afinal, as mudanças climáticas não têm fronteiras. O Brasil poderia ser um dos líderes no combate ao aquecimento global. O país já é dono de uma das matrizes energéticas menos poluentes do mundo. Mais de 80% da energia gerada vêm de hidrelétricas, que não emitem grande quantidade de gases do efeito estufa. Mas o país precisa resolver seu maior problema na área ambiental: o desmatamento, que faz dele o quarto maior emissor de gases do efeito estufa no mundo. Segundo o único inventário de emissões feito pelo governo brasileiro, divulgado em 2004 e baseado em dados de dez anos antes, o desmatamento é responsável por 75% das emissões brasileiras.
Os cientistas já têm uma boa idéia de quais serão os impactos do aquecimento global no Brasil. Cerca de 42 milhões de pessoas que vivem na costa seriam atingidas pelas ressacas, com a elevação dos níveis dos mares. Eventos extremos, como o furacão Catarina, que atingiu o sul do país em 2004, chegariam a São Paulo e ao Rio de Janeiro. Na agricultura, a área propícia à plantação de soja diminuirá e a mandioca poderá desaparecer do semi-árido. Mas os piores efeitos seriam vistos na Amazônia. Um aumento de 3 graus na temperatura transformaria metade da floresta – a maior do mundo – em savana. A ausência da cobertura vegetal na Amazônia reduziria as chuvas no Sul e Sudeste.
Fonte: site da revista Época.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Incra fecha madereira em assentamento de MT flagrada pelo Fantástico

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) autuou a madeireira localizada em assentamento a 80 quilômetros da sede do município de Tabaporã, em Mato Grosso, mostrada neste domingo (5) em reportagem do Fantástico. As atividades do estabelecimento foram paralisadas, segundo o instituto.
Ainda de acordo com informações do Incra, o proprietário da serraria apresentou documentos em sua defesa e alegou que a madeira tem origem em fazenda particular na região. Sua documentação está sendo verificada.
Reportagem do Fantástico exibida neste domingo mostrou as áreas desmatadas na região e a madeireira no assentamento, que o próprio ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, ao ver as imagens do local, classificou como ilegal.
Nesta segunda-feira, os funcionários do Incra encontraram ainda outra madeireira, já embargada pelo Ibama, da qual será verificada a real situação fundiária. Outras duas serrarias menores também foram notificadas e, da mesma forma, tiveram que interromper suas atividades.
Fonte: Site g1

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Operação do Ibama impede queimada em Parque Nacional da Amazônia


Uma equipe do Ibama impediu a queimada de 2,2 hectares de área no interior do Parque Nacional da Amazônia, em Aveiro, no Pará, nesta quinta-feira (2). A ação ocorreu durante a Operação Correntão. A área já havia sido desmatada, mas o infrator pretendia atear fogo ao local, segundo os fiscais. O responsável foi multado em R$ 11 mil e detido na delegacia de Polícia Civil de Itaituba, onde prestou depoimento.


Fonte: site G1

Profissão Repórter - Especial Amazônia

Na edição do programa o Profissão repórter a equipe vai até o estado do Amazonas e mostra a realidade e situação atual do desmatamento no local.

Profissão Repórter - Especial Amazônia - Parte 2

Instituto registra 326,9km de florestas derrubadas

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta segunda-feira (29) revelam que o ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133,6% em agosto. O cálculo, feito por meio de imagens de satélites, indica que nesse mês foram destruídos 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta, área equivalente à metade do município de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.

A medição foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados.Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento do ritmo de desmatamento é ainda maior, atingindo 228,7%. Em agosto de 2007, o Inpe registrou 230,2 km² de áreas devastadas.
Os focos de desmatamento já podem ser vistos no mapa interativo Globo Amazônia, que mostra os pontos de destruição da floresta e possibilita aos internautas protestar contra queimadas e desmatamentos.Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta segunda-feira (29) revelam que o ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133,6% em agosto. O cálculo, feito por meio de imagens de satélites, indica que nesse mês foram destruídos 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta, área equivalente à metade do município de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.

A medição foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados.Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento do ritmo de desmatamento é ainda maior, atingindo 228,7%. Em agosto de 2007, o Inpe registrou 230,2 km² de áreas devastadas.
Os focos de desmatamento já podem ser vistos no mapa interativo Globo Amazônia, que mostra os pontos de destruição da floresta e possibilita aos internautas protestar contra queimadas e desmatamentos.
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta segunda-feira (29) revelam que o ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133,6% em agosto. O cálculo, feito por meio de imagens de satélites, indica que nesse mês foram destruídos 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta, área equivalente à metade do município de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.

A medição foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados.Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento do ritmo de desmatamento é ainda maior, atingindo 228,7%. Em agosto de 2007, o Inpe registrou 230,2 km² de áreas devastadas.
Os focos de desmatamento já podem ser vistos no mapa interativo Globo Amazônia, que mostra os pontos de destruição da floresta e possibilita aos internautas protestar contra queimadas e desmatamentos.Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta segunda-feira (29) revelam que o ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133,6% em agosto. O cálculo, feito por meio de imagens de satélites, indica que nesse mês foram destruídos 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta, área equivalente à metade do município de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.

A medição foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados.Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento do ritmo de desmatamento é ainda maior, atingindo 228,7%. Em agosto de 2007, o Inpe registrou 230,2 km² de áreas devastadas.
Os focos de desmatamento já podem ser vistos no mapa interativo Globo Amazônia, que mostra os pontos de destruição da floresta e possibilita aos internautas protestar contra queimadas e desmatamentos.
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta segunda-feira (29) revelam que o ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133,6% em agosto. O cálculo, feito por meio de imagens de satélites, indica que nesse mês foram destruídos 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta, área equivalente à metade do município de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.

A medição foi realizada pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), que identifica apenas as áreas desmatadas ou degradadas que tenham área maior que 2.500 m². Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos são detectados.Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento do ritmo de desmatamento é ainda maior, atingindo 228,7%. Em agosto de 2007, o Inpe registrou 230,2 km² de áreas devastadas.
Os focos de desmatamento já podem ser vistos no mapa interativo Globo Amazônia, que mostra os pontos de destruição da floresta e possibilita aos internautas protestar contra queimadas e desmatamentos.