quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Queimada em região Norte do estado

De acordo com o levantamento da Defesa Civil Estadual, apenas nos primeiros 20 dias de outubro, foram registrados 3.800 fovos de incendio na Bahia. As principais causas de incêncio na região Norte do estdao próximo a cidade de Juazeiro, são as queimadas feitas pelos agricultores para limpar o terreno e preparar o solo para o próximo plantio.
Na região da Chapada Diamantina, onde o governo estadual decretou estado de emergência na última sexta-feira, os focos de incêndio já atingem 20 municípios. Para controlar a situação o governo criou um grupo de trabalho gerido pelo coordenadoria estadual de Defesa Civil (cordec) com a participação de Corpo de Bombeiros, Instituto do Meio Ambiente (IMA), Casa Civil, Casa Militar, Grupamento Aéreo da Polícia Militar.
Fonte: Jornal Correio

sábado, 25 de outubro de 2008

Medidas que o Brasil precisa adotar para combater o desmatamento da Amazônia

O Brasil precisa adotar imediatamente um programa nacional de combate ao desmatamento na Amazônia, com apoio financeiro da comunidade internacional.
O programa criaria uma força-tarefa interministerial, com a participação de entidades representativas da sociedade civil e dos setores produtivos, para deter o avanço do desmatamento e reduzi-lo a zero.
Veja algumas das medidas necessárias para impedir uma maior destruição da Amazônia, destacamos:
• A implementação dos compromissos nacionais e internacionais assumidos em 1992 durante a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB);
• A destinação das áreas griladas na região amazônica (que, de acordo com dados das CPI da Grilagem chegam a 100 milhões de hectares, ou 20% da Amazônia Legal) para a criação de áreas de proteção como parques e reservas extrativistas de uso sustentável;
• A implantação das unidades de conservação já aprovadas e que até hoje não saíram do papel;
• Redirecionamento do programa nacional de reforma agrária para áreas já desmatadas;

Fonte: Greenpeace

http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/o-que-fazer-para-salvar-a-flor

Ibama de Parintins (AM), não consegue fiscalizar madereiros por falta de transportes


Para fiscalizar uma área de cerca de 70 mil quilômetros quadrados em cinco municípios da região, o escritório do Ibama em Parintins (AM) possui apenas tem três fiscais, dois barcos e uma caminhonete, sendo que nenhum dos três meios de transporte funciona no momento, segundo o chefe interino da unidade, Salvador Leal.

“Temos duas voadeiras (lancha a motor) e uma [caminhonete] Ranger quebradas”, contabiliza o funcionário. Ele reclama da falta de apoio da sede do instituto. “Tudo que nos mandam são umas cartilhas dizendo para diminuir gastos. Mas como, se não estamos gastando nada?”

A irritação de Leal aumenta quando questionado sobre a atividade de madeireiras ilegais em um rio próximo, o Mamuru. “Entre maio e junho, detectamos 10 serrarias atuando ilicitamente no rio e só foram localizadas as que estão nas margens, que estão 80% legalizadas”, explica o fiscal. Segundo ele, mais para dentro da mata certamente há mais atividade ilegal de extração de madeira. “Eles continuam operando lá. Estamos tentando fazer um novo levantamento”, observa Leal.

Fonte: G1


sábado, 18 de outubro de 2008

EUA declara baleia branca como espécie em extinção

O Governo dos Estados Unidos declarou nesta sexta-feira como espécie em extinção a baleia branca, espécie encontrada na enseada de Cook, no Alasca.
O anúncio contradiz a governadora do Alasca, Sarah Palin, candidata republicana à Vice-Presidência de EUA, para quem não havia provas científicas da redução da população desses mamíferos.
Estas baleias habitam o Ártico, nas áreas próximas a Rússia, Groelândia, Canadá e Alasca.
Segundo cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), só há 375 exemplares do mamífero nesta região, mesmo não ocorrendo caça nos anos de 2007 e 2008.
Estima-se que, no total, existam cerca de 100 mil baleias brancas no mundo.
Fonte: Site Terra

Aquecimento global fará animais migrarem para áreas altas de florestas

O aquecimento global obrigará plantas e animais da floresta tropical a migrar para partes mais elevadas na busca de temperaturas mais baixas, segundo estudo realizado na Costa Rica e publicado pela revista "Science".
Nas últimas décadas, pesquisas constataram como pássaros, borboletas e plantas nos Estados Unidos e Europa mudaram seu habitat para o norte rumo às montanhas, onde puderam encontrar temperaturas mais favoráveis a suas necessidades.
No entanto, as florestas tropicais, até agora, não haviam recebido muita atenção no que diz respeito à mudança climática. As regiões ocupadas pela selva, especialmente as que se encontram ao nível do mar, são as mais quentes da Terra, mas também sentirão os efeitos do aquecimento global.
O estudo, dirigido pelo ecologista Robert K. Colwell da Universidade de Connecticut, mostra que desde 1975 a temperatura média nas selvas da América Central e do Sul aumentou mais de 0,75ºC, e a previsão é que dentro de cem anos o termômetro marque 3ºC a mais.
Essa diferença de clima equivale a 600 metros em altitude. Desta forma, no final de século, será necessário subir a esta mesma distância para encontrar a mesma temperatura de hoje.
Os pesquisadores afirmam, no entanto, que o desgaste da floresta tropical poderia ser menor do previsto caso estas espécies preservem a capacidade de suportar temperaturas muito altas.
Fonte: Folha Online

Ambientalista Flagra queimada em floresta no sul do Pará





Diretor da ONG Preserve Amazônia, o ambientalista Marcos Mariani, enviou ao portal Globo Amazônia um vídeo de flagrante de queimada no município de Santana do Araguaia, no extremo sudeste do estado do Pará.

Segundo Mariani, a área é uma pequena reserva de floresta de uma fazenda, às margens da BR-158. Ainda de acordo com o ambientalista, o fogo, que ele flagrou neste domingo (12), foi causado por pessoas que pretendem reivindicar posse do terreno.




Fonte: G1

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Nível do mar subirá cerca de 1m este século, dizem cientistas

O nível do mar crescerá mais que o esperado e subirá cerca de um metro neste século como conseqüência do aquecimento global e da mudança climática, afirmaram nesta quinta-feira (9) em Berlim cientistas alemães.
O diretor do Instituto de Pesquisa do Clima de Potsdam, Hans Joachim Schellnhuber, e o meteorologista Jochem Marotzke apresentaram em entrevista coletiva um novo estudo que revisa o último relatório mundial do clima, publicado no ano passado.
Segundo explicação dada neste relatório se prevê que o nível do mar subiria entre 18 e 59 centímetros até o final do século, apesar de se advertir que estas informações serão superadas amplamente."Calculamos que este século o nível do mar subirá cerca de um metro", declarou Schellnhuber. Além disso, afirmou que nos últimos anos o nível de degelo nos pólos duplicou e, em alguns casos, inclusive triplicou.
Neste sentido, os cientistas disseram que 20% do degelo da placa gelada da Groenlândia se pode atribuir diretamente às emissões de dióxido de carbono das usinas térmicas chinesas. Na opinião deles será impossível limitar o aquecimento global da terra em dois graus centígrados de média, como se espera agora, caso não sejam realizados "grandes esforços". (Fonte: Ambiente Brasil)