
Maria das Graças Peixinho
As notícias sobre a destruição dos recursos ambientais não param de ser veiculadas pelos meios de comunicação. São informações relativas à devastação de florestas, poluição do ar e das águas por agentes químicos e outros dejetos, além do derretimento das geleiras em razão do aquecimento global.
O que se noticia são acontecimentos concretos, objetos de pesquisas científicas sérias, mostrados pela televisão, descritos e fotografados pelos meios impressos. Entretanto, para muitíssimas pessoas, tudo não passa de ficção. Mesmo com tantas evidências, nada faz com que elas mudem seus hábitos ou costumes em benefíio de si mesmas. Como exemplo desse comportamento acrítico, egoísta e irresponsável , pode-se citar o modo como as pessoas se utilizam da água e tratam o seu lixo domiciliar. Nem o custo do consumo de água impede que lavem pratos e escovem dentes com a torneira aberta, tomem banhos demorados, usem a descarga de forma acentuada ou então mangueiras para lavar pisos e carros, sem se preocupar com a quantidade de água utilizada nesse procedimento. Tudo isso denota desrespeito à natureza e falta de educação e conhecimento quanto à dificuldade de renovação dos potenciais hidraulicos.
Outro problema que não é levado em consideração é a separação dos materiais que compõe o lixo. A reciclagem é fundamental para economizar os recursos ambientais. Onde não há coleta, o lixo é jogado em lugares imprópios, inclusive nos manaciais, poluindo e causando uma série de doenças.
A população age sem a menor responsabilidade, enquanto os governantes pouco se preocupam em desenvolver ações educativas no sentido de instruí-la para agir de forma educada em benefício da sobrevivência de todos. É uma realidade muito presente, mas que ninguém quer enxergar. Que pena!
O que se noticia são acontecimentos concretos, objetos de pesquisas científicas sérias, mostrados pela televisão, descritos e fotografados pelos meios impressos. Entretanto, para muitíssimas pessoas, tudo não passa de ficção. Mesmo com tantas evidências, nada faz com que elas mudem seus hábitos ou costumes em benefíio de si mesmas. Como exemplo desse comportamento acrítico, egoísta e irresponsável , pode-se citar o modo como as pessoas se utilizam da água e tratam o seu lixo domiciliar. Nem o custo do consumo de água impede que lavem pratos e escovem dentes com a torneira aberta, tomem banhos demorados, usem a descarga de forma acentuada ou então mangueiras para lavar pisos e carros, sem se preocupar com a quantidade de água utilizada nesse procedimento. Tudo isso denota desrespeito à natureza e falta de educação e conhecimento quanto à dificuldade de renovação dos potenciais hidraulicos.
Outro problema que não é levado em consideração é a separação dos materiais que compõe o lixo. A reciclagem é fundamental para economizar os recursos ambientais. Onde não há coleta, o lixo é jogado em lugares imprópios, inclusive nos manaciais, poluindo e causando uma série de doenças.
A população age sem a menor responsabilidade, enquanto os governantes pouco se preocupam em desenvolver ações educativas no sentido de instruí-la para agir de forma educada em benefício da sobrevivência de todos. É uma realidade muito presente, mas que ninguém quer enxergar. Que pena!
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