domingo, 7 de dezembro de 2008

Plano de redução de emissões de gases é rejeitado na Europa oriental

Nicolas Sarkozy, presidente da França e da União Européia (UE), fracassou na tentativa de convencer líderes de países ex-comunistas que passaram a integrar a UE a aderirem ao plano de redução de emissões de poluentes do bloco, de acordo com a BBC Brasil.
Segundo o site Correio, em um encontro com líderes de nove países da Europa oriental, Sarkozy ouviu deles que o plano, que prevê uma redução em 20% das emissões da UE até 2020, ignora a dependência que esses países ainda têm da queima de carvão para produzir energia – o que libera poluentes na atmosfera e intensifica o efeito estufa.
Durante a reunião na cidade polonesa de Gdansk, os líderes de Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Hungria, Eslováquia, Bulgária, Romênia e República Checa também argumentaram que a proposta não leva em conta que esses países são mais pobres que outros que integram o bloco.
Sarkozy, porém, disse que a reunião levou a avanços sobre o tema e manifestou confiança de que um consenso possa ser alcançado na cúpula dos 27 líderes países da União Européia, marcada para a próxima semana em Bruxelas, na Bélgica.
O plano proposto pela França e que enfrenta resistência dos países do antigo bloco comunista se concentra em três áreas: corte nas emissões de poluentes, ampliação do uso de fontes renováveis de energia e aumento da economia no uso da energia.
Fonte: Correio

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Senador Artur Vigílio apresenta projeto de lei que prevê penas mais rígidas para desmatamento na Amazônia

Os crimes ambientais que forem cometidos dentro da Amazônia poderão tornar inafiançáveis e imprescritíveis (que não têm prazo para serem arquivados pela Justiça), de acordo Um projeto de lei apresentado no Senado.
Segundo o site G1, o projeto foi apresentado pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), a proposta prevê que desmatamento em terras públicas, compra de madeira ilegal, incêndios criminosos, instalação de garimpos clandestinos, entre outras infrações, receberão um tratamento especial quando ocorrerem no bioma amazônico.
Na justificativa apresentada com o projeto, o senador afirma que os criminosos ambientais não temem a aplicação da lei, pois ela seria muito branda. “À exceção do artigo 40 da Lei de Crimes Ambientais, todos os crimes contra a flora têm penas não superiores a quatro anos”,
Fonte: G1.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Floresta Nacional de Bom Futuro, em Rondônia, já perdeu 28% da sua área de florestas.

A floresta Nacional de Bom Futuro, em Rondônia, desde que foi criada, em 1988 já perdeu 28% da sua área de florestas. A área desmatada, de 773 km², é equivalente a cerca de duas vezes a Ilha de Santa Catarina.
Segundo o site G1, foram detectadas em imagens de satélites analisadas pelo Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (ProAE) do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) a derrubada da mata que contabiliza apenas os locais onde a floresta perdeu toda a sua cobertura – devastação conhecida como “corte raso”.
Fonte: Site G1.

Ministro diz que, até 2017, desmatamento no país deve cair 72%.

Nesta segunda-feira (1º), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc antecipou as metas de desmatamento propostas pelo Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que será lançando em cerimônia no Palácio do Planalto. Segundo ele, até 2017, o desmatamento no país terá que cair 72%.
De acordo com o site G1, as metas são escalonadas. No primeiro quadriênio, entre 2006 e 2009, o objetivo é reduzir o desmatamento em 40%, em relação à média histórica registrada entre 1996 e 2005, que é de 19 mil km² de florestas devastados. Entre 2010 e 2013, a meta de redução é de 30% em relação ao quadriênio anterior. E, entre 2014 e 2017, haverá uma nova meta de queda de 30% em relação à registrada nos quatro anos anteriores.
Em entrevista ao site G1, Minc afirmou, que para alcançar essas metas serão necessários reforçar a fiscalização e arrecadar recursos para o Fundo Amazônia.
Fonte: Site G1.

domingo, 30 de novembro de 2008

Começa nesta segunda-feira (01) período de defeso da lagosta


A partir desta segunda-feira (01), começa o período de defeso da lagosta. As atividades de pesca das Lagostas Vermelha (Panulirus argus) e Verde (P. Laevicauda) estarão proibidas em todo o litoral brasileiro.

Segundo o site Correio, a proibição acontece até o dia 31 de maio de 2009. E de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), a ação é necessária para o restabelecimento dos antigos limites de produção e qualidade dos crustáceos.

Ainda segundo o Ibama, durante todo o período do defeso, fica proibido o transporte, estocagem, beneficiamento, industrialização e comercialização de qualquer volume que não seja proviniente do estoque declarado.

Caso ocorra desrespeito a restrição, os infratores poderão pagar uma multa que varia de R$ 700 a R$ 100 mil, mais R$ 20,00 por quilo ou fração do pescado.Além da multa, também ocorre apreensão do produto da e dos equipamentos utilizados na pesca.


Fonte: Correio



sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Compre verde


Os produtos que compramos no dia-a-dia deixam um rastro duradouro no planeta. O plástico que jogamos fora leva milhares de anos para se degradar. Muitos alimentos vêm de áreas de desmatamento. Nossas compras rotineiras envolvem uma cadeia de lojas, indústrias, transportadoras e agricultores que despejam na atmosfera até 77% dos gases que estão mudando o clima da Terra. A boa notícia é que existem cada vez mais produtos que ajudam a proteger a natureza e garantir que o planeta continuará a nos oferecer um ambiente saudável sem que seja necessário abrir mão dos confortos da vida moderna. Só precisamos saber escolher.


Ar condicionado no metro de Londres



Londres é a cidade que mais está se preparando para as consequências do aquecimento global. Recentemente, a prefeitura anunciou que vai instalar ar condicionado nas 268 estações que servem as 11 linhas do metrô. Segundo os climatologistas britânicos, até meados deste século Londres terá temperaturas semelhantes a Lisboa, com picos de calor no verão. Estima-se que os verões ficarão até 3 graus Celsius mais quentes. E isso pode causar desconforto ou até problemas de saúde entre os usuários do metrô, especialmente nos horários de pico. O sistema de ar condicionado para os 4,5 milhões de passageiros diários do metrô londrino deverá custar 500 milhões de libras.